Viagem

National Gallery of Art em DC

A National Gallery of Art em Washington DC é o sexto museu mais visitado no mundo! Por esta informação, você imagina a importância do acervo que possui. Considero uma visita obrigatória para quem estiver na Capital americana, mesmo que não seja, como o Baú, um rato de museu. Mas por que? Porque ele é gratuito e obter conhecimento de graça é um bom motivo e além disso, você vai conhecer grandes tesouros da humanidade que lá se encontram e a arquitetura belíssima do museu, dividido em dois magníficos prédios . Mesmo que seja uma passadinha rápida, só para olhar as peças mais representativas, eu garanto que você vai gostar, não vai se arrepender.

A National Gallery, que fica no Mall, é dividida, como disse anteriormente, em praticamente dois museus. O West Building é a parte maior e mais antiga com mais de cem salas e obras anteriores ao século 20. Ou seja, impossível ver o acervo em um só dia, até porque são inúmeras obras-primas. Estão lá italianos dos séculos 13 ao 15, como os renascentistas Botticceli e Raphael; italianos e espanhóis do século 16, como Ticiano; flamengos e holandeses do século 17, como Rembrandt e o incrível Rubens; ingleses do século 18 e 19, como JMW Turner e seus quadros sobre a marinha; americanos dos séculos 18 e 19, como Gilbert Stuart, e franceses do século 19, como Monet e Toulouse-Lautrec, entre tantos outros mestres.

Confira algumas obras, com destaque para o único quadro de Leonardo da Vinci em solo americano!

The Alba Madonna, Raphael, 1510.

 

Ginevra de’Benci, Leonardo da Vinci, entre 1452 e 1519.

 

Four seasons in one head, de Giuseppe Arcimboldo, 1590. Repare na inusitada pintura.

 

O sensacional El Greco criado entre 1610 e 1614, que mais parece uma pintura contemporânea.

 

Lindíssimo jogo de luz e sombra em Mulher segurando uma balança de Johannes Vermeer.

 

O quadro de Rubens Daniel na cova dos leões (1613 e 1615) é um dos melhores exemplares de arte do século 17 no museu.

 

The lute player, Orazio Gentileschi, 1612 e 1620. Conforme o ponto de olhar esse quadro,  o violino repousado na mesa movimenta-se. Incrível!! Só podiam ser gênios os renascentistas!

 

O próprio prédio do West Building é magnífico. Uma escadaria de mármore cruza as portas de bronze até a linda rotunda.

 

Pilares de mármore negro erguem-se até o teto em abóbora onde surge uma espaçosa área com fonte no centro.

 

Além de todo o acervo permanente, que não é pouco, o museu conta com salas especiais para exposições itinerantes. Na última vez em que estivemos lá, visitamos uma sobre arte bizantina e outra, com fotografias antigas da construção do museu .

 

 

Como arte é um assunto de nosso interesse, sempre busco no site dos museus informações sobre as obras que vamos encontrar. Assim me preparo estudando um pouco sobre os artistas e sua época para apreciar com outro olhar e poder conversar com Martina. Aqui, já contei nossos truques para instigar a curiosidade dela nos museus e na National Gallery foi muito especial por conta do filme Uma Noite no Museu – parte 2. Brincamos muito de buscar as obras que apareceram no filme. Acompanhe um trecho e veja as fotos:

 

 

A felicidade de encontrar os anjinhos!

 

Enquanto “caçamos” tesouros pelas galerias vamos observando outros quadros!

 

Mais um encontro especial: a Bailarina de Degas!

 

Com O Pensador de Rodin, que também está presente no filme!

 

A National Gallery é tão maravilhosa, e não é um adjetivo exagerado, que ainda conta com uma ótima lojinha cheia de reproduções, papelaria linda, jogos educativos e muitas sugestões de presentes. E como se tudo isso não bastasse, um dos melhores lugares para almoçar, na humilde opinião da família Baú! O Cascade Café no subsolo, tem serviço de buffet de pratos variados da cozinha americana, como saborosas massas e sanduíches a preço bem honesto! E oferece uma bela vista de um grande janelão de vidro que dá para uma cascata de água. É um bom lugar para um descanso! Algumas vezes nas duas ocasiões em que estivemos em Washington, entramos no museu apenas ara almoçar.

 

 

 

No subsolo também é a passagem subterrânea para acesso ao East Building, o prédio de arquitetura moderna e obras também, do século 20. Através de uma passarela rolante, por um túnel meio Star Wars, escuro iluminado somente por pontinhos, atravessamos alguns metros e encontramos artistas como Picasso, Matisse, Andy Warhol entre outros.

Do outro lado, para começar, um magnífico móbile de Alexander Calder. Tem muito mais, mas o East Building fica para outro dia!!

2 comentários

  1. Que delícia! Acho museu de arte uma coisa tão essencial a vida! Principalmente arte renascentista. Quando fui ao Prado queria correr com todo mundo colocar uns fones de ouvido e deitar no chão admirando as pinturas (fiz quase isso na Itália, na Igreja de Santo Inácio, só faltaram os fones, pois a igreja estava vazia!) Amei!

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