Viagem

Newseum – Washington DC

O Newseum é o Museu da Notícia sim, mas recomendo para absolutamente todas as pessoas que se interessam pelo mundo em que vivem! Além de vários objetos relacionados à imprensa, estão expostas histórias que, se não lemos nos jornais e revistas, assistimos pela TV ou ainda ouvimos falar! Algumas inclusive, já estão nos livros e outras tantas viraram filmes! É o caso dos atentados de 11 de Setembro ou a queda do Muro de Berlim! É um museu sensacional!! Na primeira vez em que estivemos em Washington DC não pudemos ir por pura falta de tempo, mas na segunda vez ele estava no topo da lista!

A primeira vez que te vi…

O Newseum foi inaugurado em 2007 e conta com sete andares com 15 galerias, teatros e serviços. Existem várias exposições neste fascinante espaço dedicado aos bastidores da imprensa. A galeria News History mostra 500 anos de trajetória da notícia com base num acervo de mais de 30 mil jornais históricos.

Me impressionaram muito, especialmente, as primeiras páginas, expostas diariamente, de 80 jornais do mundo, inclusive alguns do Brasil e a coleção de todas as fotos ganhadoras do Prêmio Pulitzer de fotojornalismo, o maior e mais reconhecido prêmio de jornalismo americano. Como alguns gostariam da comparação, o Oscar da Imprensa!

Diferentemente de vários museus de Washington, como os da Smithsonian Institution, o Newseum é pago, mas repito, para quem não veio ao mundo a passeio e se interessa pelos fatos relevantes de nosso dia a dia, vale a pena cada dólar!

Galeria Muro de Berlim. É a maior parede original fora da Alemanha: 3,7 metros de altura e pesa 3 toneladas.

 

Ainda na Galeria do Muro de Berlim, torre de guarda: 3 andares do leste de Checkpoint Charlie, nome dado pelos aliados ocidentais a Berlim.

 

Estátua sem cabeça de Lenin, retirada da União Soviética em 1991. Ao fundo, a foto em que mostra o momento histórico do acontecido.

 

Exposição sobre a família Kennedy, a realeza norte-americana. Creating Camelot: The Kennedy Photography of Jacques Lowe.

 

Eles representavam o sonho americano. O Mito de Camelot era a tentativa de preservar as conquistas de Kennedy e colocá-lo na história.

 

Muitas imagens do dia a dia do presidente e sua família.

 

Aqui começa a Galeria de exposição Inside Today’s FBI, crimes que marcaram época e sua cobertura jornalística:

Os crimes da máfia.

 

Os terríveis crimes da Ku Klux Kan contra os direitos civis dos cidadãos afro americanos no Sul, no Mississipi.

 

Os atentados de 11 de Setembro. Inclusive com partes dos aviões que bateram nas torres em NY.

 

Mais detalhes: roupa de bombeiro, sapato de fotógrafo que estava fazendo a cobertura, etc.

 

O sequestro do bebê de Charles Lindergh, o aviador. O crime chocou a América.

 

Usando essa escada, os seqüestradores pegaram a criança de 20 meses da casa de sua família. Dois meses depois, o corpo foi encontrado bem próximo de sua residência.

 

A investigação durou mais de dois anos e foi de grande repercussão no País inteiro.

 

O atentado terrorista de Oklahoma City: 168 mortos e mais de 500 feridos.

 

Ainda em Oklahoma, foto à direita ficou conhecida como Fireman, o bombeiro com o bebê morto em seu colo. Foto ganhadora de um Pulitzer, feita por Charles Porter, 1996.

 

Exposição sobre os 50 anos do assassinato de John Kennedy em Dallas.

 

O telégrafo da United Press International (UPI- agência de notícias) que foi usado para mandar a notícia para o mundo sobre a morte de JFK.

 

Manchetes de Primeiras Páginas do mundo todo sobre os atentados de 9/11.

 

Os jornais e no detalhe a ponta do que restou da antena de uma das torres do WTC derrubada em 9/11 em NY.

 

A interatividade: no canto direito acima da foto está uma frase escrita ali na hora por um visitante e projetada na parede. Todos podemos fazer isso: liberdade de expressão!

 

Ao fundo o grande hall do museu.

 

Helicóptero de captação de notícias de uma emissora de TV suspenso no hall.

 

Notícias o tempo todo!

 

Imenso telão que de vez em quando mostra os visitantes dentro do museu.

 

O Prêmio Pulitzer é concedido anualmente, desde 1917, pela Universidade de Columbia, USA, e é considerado a maior honraria do Jornalismo. A categoria de foto começou a ser premiada a partir de 1942.

Aqui estão expostas todas as fotos ganhadoras do prêmio.

 

Momento único.

 

À esquerda, O Piquete, a primeira foto premiada, de Milton Brooks, 1942.  A segunda, mais à direita, é Raising the flag on Iwo Jima, de Joe Rosental, 1945.

 

Em destaque: Assassinato de Lee Oswald por Jack Ruby, de Robert Jackson, 1964. À direita, O tiroteio de James Meredith, de Jack Thornell, 1966.

 

Impactante: Saigon Execution, de Edward T. Adams, 1968.

 

A primeira, à esquerda, é a menina Kim Phuc fugindo do napalm no Vietnam, de Nick Ut, 1972. A segunda é Burst of Joy, de Slava Veder, 1974.

 

Choque: Child and vulture, de Kevin Carter, 1994. Essa foto levou alguns profissionais a questionarem a ética de Carter, que em vez de socorrer a criança, teria limitado-se a assistir a cena por aproximadamente 20 minutos, esperando para ver se o abutre abria as asas e a foto sairia ainda melhor, o que não aconteceu. As pesadas críticas somadas a problemas pessoais, o levaram à depressão e ao suicídio dois meses depois de ganhar o prêmio. Carter tinha 33 anos. A criança do Sudão dizem ter morrido em 2007.

 

Exposição imperdível!

 

Na frente do museu estão várias primeiras páginas do dia de jornais do mundo e os principais americanos.

 

Detalhes!

 

Muito bem representados!

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